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MAMOPLASTIA DE AUMENTO - SILICONE
Mamoplastia de aumento (Silicone)

A mamoplastia de aumento consiste na inclusão de próteses mamárias de silicone através de diminutas incisões cirúrgicas na hemiaréola (segmento inferior da aréola) ou na região do sulco mamário, na dependência do caso específico. As próteses situar-se-ão sob a mama original ou sob o músculo peitoral, de acordo com as particularidades de cada situação.
Considerações acerca do volume mamário são tecidas de forma conjunta pela paciente e pelo cirurgião, a primeira expressando seus anseios e o segundo esclarecendo a respeito da harmonia da prótese com os tecido circunjacentes e com o corpo como um todo. Desse debate, e após a simulação da futura mama com o auxílio de medidores de silicone diante de um espelho, resultará o tamanho da prótese a ser incluída.

A prótese de silicone

As próteses consistem em um gel coesivo de silicone envolto por um envelope de silicone sólido. Notável evolução verificou-se nos últimos dez anos , iniciando-se pela coesividade do material, que impede a disseminação do mesmo pelo organismo em caso de ruptura, e continuando em características físicas do envoltório, que conferem uma menor reatividade orgânica ao material e portanto, uma cápsula com menor potencial contrátil.
Considerando a posição retro mamária da prótese, não teremos nenhuma interferência da mesma na lactação, no exame físico ou nas mamografias. Não há nenhuma relação descrita entre o silicone de mama e o câncer de mama, o que seria um absurdo uma vez que as próteses de silicone são também usadas na reconstrução mamária pós-mastectomia. O silicone é um material biologicamente inerte que, após um período de adaptação, permanece estável por um período não inferior a 25 anos.

Anestesia e Internação

Considerando a inervação sensitiva discreta do tecido mamário, o procedimento comporta perfeitamente uma anestesia de baixa invasividade, ou seja, sedação endovenosa superficial com anestesia local. Rotineiramente o anestesista administra um sedativo via oral no quarto, de forma a permitir uma diminuição da consciência antes mesmo da entrada no centro cirúrgico.
Em casos específicos ou em situações de cirurgias associadas preconizamos anestesia geral.
O período de internação normalmente é de 12 horas.

Considerações cirúrgicas

A transição entre a aréola pigmentada e a pele circunjacente mais clara é um local especialmente feliz para uma cicatriz fina e inaparente. Em situações específicas quando posicionamos a prótese sob os músculos peitorais, poderá a cicatriz situar-se disfarçadamente no sulco mamário inferior.
Quando observamos de forma associada ptose mamária acentuada com flacidez cutânea, a sobra de pele deverá ser retirada no mesmo procedimento, permanecendo uma cicatriz semelhante à de uma cirurgia para elevar o seio, em “L” ou “T” invertido.
Sendo a prótese um corpo estranho, é desencadeada uma reação orgânica resultando na formação de uma cápsula de colágeno que mantêm o silicone isolado em compartimento estanque. A presença da cápsula é absolutamente normal e fisiológica, havendo a caracterização de complicação apenas nos casos em que se observa retração da mesma e, em conseqüência, endurecimento da mama. A retração é causada pelo uso de próteses inadequadas, pela má técnica cirúrgica, pelo retardamento do processo cicatricial causado pelo fumo ou por uma sensibilidade excepcional de natureza alérgica.

Curitiba-Paraná-PR

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